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Eventos

 

CENAS: Ciclo de Encontros do Neseg

O CENAS é uma atividade externa do núcleo, que tem por objetivo trazer pesquisadoras e debatedoras para discutir um tema relacionado ao campo de estudos de gênero e feminismos. Este ano vamos discutir direitos reprodutivos, cuidado, violência e desigualdades raciais e de gênero. O CENAS é um evento aberto ao público, que prioriza tanto a participação de discentes da graduação e pós-graduação como do público em geral. O evento não conta com inscrição prévia e a programação completa pode ser vista clicando aqui. Obs.: a emissão de certificados está condicionada a presença em

três encontros do evento.

 

 

 

 

Anais III Gênero em Ação 

 

Confira os artigos apresentados no III Gênero em Ação. Os seminários Gênero em Ação constituem a atividade acadêmica externa mais importante do NESEG. São eventos abertos ao público interessado, nos quais os temas pesquisados pelo núcleo são discutidos e compartilhados com discentes e pesquisadoras/es de outras instituições.

Clique aqui para download.

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III Gênero em Ação

 

Descrição: O III Gênero em Ação: política, cuidado, cultura e movimento aconteceu entre os dias 30 de setembro e 1 de outubro de 2021, de forma remota, contando com diversos/as pesquisadores/as do núcleo, debatedores/as externos/as e conferencistas. Para ver a programação, clique aqui.

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Seminário Ciências Sociais, pesquisas e debates feministas

O Seminário Ciências Sociais, pesquisas e debates feministas aconteceu no dia 06 de agosto de 2021, de forma remota, transmitido pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Na ocasião, também houve o lançamento do livro "Diálogos feministas: gerações, identidades, trabalho e direitos".  Você pode acessar o evento clicando aqui. 

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Live Homenagem à Mary Garcia Castro: foto do evento

 

A homenagem à Professora Mary Garcia Castro aconteceu no dia 30 de abril de 2021, no formato remoto. Para acessar a live, clique aqui.

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II Gênero em Ação

 

O "II Gênero em Ação: violência, conservadorismo e direitos" aconteceu no dia 18 de outubro de 2019, na sala Evaristo de Moraes (IFCS/UFRJ), contando com diversas mesas e debates. A programação do evento encontra-se aqui.

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Controvérsias do Pensamento Feminista 

 

    O evento aconteceu no dia 29 de agosto de 2019, na sala Evaristo de Moraes (IFCS/UFRJ), contando com a participação de Maria Luiza Heilborn (IMS/UERJ) e Carla Rodrigues (UFRJ).

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Gênero em Ação 

 

O "I Gênero em Ação: protestos, cuidado, sexualidades e direitos" aconteceu no dia 23 de março de 2018, na sala Evaristo de Moraes (IFCS/UFRJ), contanto com a participação de diversas pesquisadoras do núcleo e de outras instituições. Na ocasião, foi lançado o livro "“The Promise of Diversity. How Brazilian Brand Capitalism Affects Precarious Identities

and Work” de Nicolas Wasser e o "Dossiê Clássicas", publicado no Caderno de Estudos Sociais e Políticos", organizado por Verônica Toste e Marcia Candido. Veja a programação completa aqui. 

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Mulheres, Movimentos Sociais e Trabalho

Temos grande prazer em trazer a público esta entrevista, conduzida por Bila Sorj (Neseg/PPGSA/ UFRJ), com Alice Abreu, uma das fundadoras do primeiro núcleo de estudos de gênero do Laboratório de Pesquisa Social/IFCS/UFRJ nos anos 1980. Alice nos brinda com uma análise abrangente e sagaz dos avanços e desafios a serem enfrentados na relação das mulheres com a ciência. Mapeando tais esforços no Brasil e em nível internacional, traça um quadro variado e complexo de mudanças necessárias, que vão desde melhorias dos indicadores de participação de mulheres no campo científico até a real integração da perspectiva de gênero na formulação de perguntas, no desenho da metodologia e na interpretação de dados. Como argumenta Alice, quanto mais diversidade, melhor a ciência. Clique aqui para acessar a entrevista

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 Alice Abreu é Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1980), e Mestre em Sociologia pela LSE da Universidade de Londres (1971). Sua carreira acadêmica esteve toda vinculada ao Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, onde se aposentou como Professora Titular. Atualmente segue ativa na área de políticas de igualdade em ciência e tecnologia, como membro de distintos comitês, como o Gender Advisory Board da Comissão para Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento das Nações Unidas ( UN Commission on Science and Technology for Development). A Profa. Alice Abreu recebeu a Ordem Nacional do Mérito Científico do Brasil (Comendador) em 2001; a Palmes Académiques (Officier), do Ministère de la Jeunesse, de l’Éducation Nationale et de la Recherche da França em 2003; o Prêmio Florestan Fernandes de Sociologia em 2009 e o Prêmio de Excelência Acadêmica Antônio Flávio Pierucci de Sociologia em 2013. Em fevereiro de 2020 recebeu a Menção Honrosa da primeira edição do Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulher da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Desde 2022 é International Honorary Member da American Academy of Arts and Sciences.

Mulheres, movimentos sociais e trabalho

Dando continuidade à série do projeto "Mulheres, movimentos sociais e
trabalho", o NESEG entrevista Flávia  Souza M
áximo  Pereira, doutora em Direito do Trabalho (cotutela  entre a Universidade Federal de Minas Gerais e a Università degli Studi di Roma Tor Vergata), professora adjunta de Direito Processual do Trabalho e Direito Previdenciário na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP),coordenadora do Grupo de Estudos em Saberes Decoloniais (Ressaber, UFOP), pesquisadora da rede internacional Democratizing work e Ouvidora da primeira ouvidoria feminina de uma universidade brasileira, a UFOP.
Leia aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

A entrevista foi conduzida por Amanda Volotão e Aparecida F. Moraes. Amanda é doutoranda do PPGSA/UFRJ e Aparecida é uma das coordenadoras do NESEG, professora do Departamento de Sociologia (UFRJ) e do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA). Flávia Pereira mostra por que e como o combate ao assédio sexual, na maioria das vezes acompanhado de assédio moral, se tornou um assunto fundamental para as universidades. Com base em pesquisas sobre assédio sexual e sobre a experiência da Ouvidora feminina da UFOP, a entrevistada fala das relações de poder que, no ambiente universitário, produzem
constrangimentos e sofrimentos às mulheres. Ela chama atenção para o silenciamento imposto às mulheres, para os desencontros entre as expectativas das vítimas e os encaminhamentos dados pelas instituições, para os circuitos morais de acusação e desqualificação daquelas que publicizam e também para os mecanismos e práticas que acabam justificando a não responsabilização a
dministrativa dos acusados. Flávia analisa também como os feminismos contribuíram para que as mulheres enfrentassem o assédio sexual nas relações de trabalho e como isso está mudando as universidades brasileiras. Por fim, nos oferece um bônus de
informações sobre a atuação da primeira ouvidoria feminina das universidades brasileiras no combate ao assédio sexual e à violência de gênero. (As entrevistadoras)

Mulheres, movimentos sociais e trabalho

No mês de comemorações e manifestações em torno do 8M, o Neseg inicia a série de entrevistas "Mulheres, movimentos sociais e trabalho", destacando a presença e participação, em diferentes contextos políticos e movimentos sociais, de quatro mulheres que estão contribuindo para transformar as desigualdades de gênero no país.

 

 

 

 

 

 

 

 

A nossa segunda entrevistada é Laura Molinari, uma das coordenadoras da campanha "Nem Presa Nem Morta por Aborto", uma iniciativa que visa descriminalizar o aborto no Brasil. A entrevista foi conduzida pela pesquisadora associada ao Neseg, Carla de Castro Gomes, que têm pesquisado sobre movimentos sociais que defendem o direito ao aborto ou a criminalização da prática. Leia a entrevista aqui!

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Mulheres, movimentos sociais e trabalho

No mês de comemorações e manifestações em torno do 8M, o Neseg inicia a série de entrevistas "Mulheres, movimentos sociais e trabalho", destacando a presença e participação, em diferentes contextos políticos e movimentos sociais, de quatro mulheres que estão contribuindo para transformar as desigualdades de gênero no país.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A primeira entrevista é com Anazir Maria de Oliveira – mais conhecida como Dona Zica –, 89 anos, que foi uma das lideranças do Sindicato de Trabalhadoras Domésticas do Rio de Janeiro-RJ e hoje é coordenadora da Pastoral Afro de Bangu-RJ. Ela nos fala sobre a sua trajetória política, as parcerias com o movimento negro e o movimento feminista, além do vínculo entre ativismo e religião. A entrevista foi conduzida por Thays Monticelli (Neseg/PPGSA/UFRJ). Leia a entrevista aqui

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Resenha

A Revista Sociologia & Antropologia (PPGSA) publicou a resenha do livro "Diálogos feministas: gerações, identidades, trabalho e direitos" (2020), produzido pelo Neseg. A resenha com título "A Imaginação feminista no Brasil: diálogos sobre gênero, sociedade e política", de autoria de Mariana Chaguri (Unicamp), pode ser acessada aqui.

 

 

 

 

 

Biblioteca

 

Clássicas do pensamento social (2021)

Clássicas do pensamento social responde, em primeiro lugar, a uma necessidade histórica: recuperar para o cânone das ciências sociais as ideias, a visão crítica e as elaborações teóricas de mulheres que não entraram para a história do pensamento social, cuja bibliografia, como acontece em tantas outras áreas de saber, é formada apenas por homens. Em provocação (e certa ironia), as organizadoras Verônica Toste Daflon e Bila Sorj tecem comentários e, ao mesmo tempo, questionam o que define um “clássico”, retirando da marginalidade mulheres cientistas sociais ainda hoje muito relevantes.  As autoras aqui retomadas – Harriet Martineau, Anna Julia Cooper, Pandita Ramabai Sarasvati, Charlotte Perkins Gilman, Olive Schreiner, Alexandra Kollontai, Ercília Nogueira Cobra e Alfonsina Storni – viveram entre o final do século XIX e o início do século XX. São herdeiras dos ideais das mulheres que estiveram na revolução francesa lutando por cidadania e que foram precursoras das sufragistas, que conquistaram o direito ao voto.  Clássicas do pensamento social exerce com maestria uma espécie de arqueologia epistêmica dessas mulheres que, mesmo atuando na periferia do saber, conseguiram enfrentar os imensos obstáculos de seu tempo, mas ficaram à margem.

Assista aqui a live de lançamento.

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Diálogos Feministas (2020)


De que maneira as mulheres se constituem como sujeitos de sua própria história? A coletânea Diálogos feministas: gerações, identidades, trabalho e direito, que a Editora UFRJ acaba de lançar, leva essa pergunta a sério, explorando as potencialidades abertas pelo encontro entre o campo das ciências sociais e a crítica feminista.

A publicação está à venda no site da Editora UFRJ e nas lojas da Livraria da Travessa.

Assista aqui a live de lançamento.

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Gênero, violência e direitos: na sociedade brasileira (2009)

Apesar do seu impacto devastador na vida da mulher, só nos últimos trinta anos a violência de gênero passou a ser tratada como uma questão social relevante, e não como um episódio da vida privada. O movimento feminista desempenhou um papel central nessa mudança de perspectiva. A reunião de artigos deste livro lançam luz sobre aspectos até hoje pouco estudados desse tipo de violência. Nesta coletânea, as autoras tratam das especificidades locais que caracterizam esta violência no Brasil em temas como: análise da Lei Maria da Penha, direitos das mulheres no Brasil, as delegacias de polícia e os usos da violência doméstica, instituições, atores e políticas públicas da violência conjugal no Rio de Janeiro, a discriminação baseada no sexo, entre diversos outros.

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Literatura de mulherzinha: gênero e individualismo em romances "chick-lit"

 

Premiado como melhor Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais, em 2017, no Concurso Brasileiro ANPOCS de Teses Universitárias.

Literatura de mulherzinha: gênero e individualismo em romances "chick-lit"

Autora: Jaqueline Sant'ana Martins dos Santos

Orientadora: Aparecida Fonseca Moraes

Programa: PPGSA/UFRJ 

Área: Sociologia

 

O livro foi lançado na 42º edição do Encontro Anual da ANPOCS realizado em Caxambú (MG) em outubro de 2018.

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Registros de campo

 

Fotografias

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